Quatro tipos, cada um para um perfil
Entenda como cada categoria funciona, em qual cenário econômico brilha e os riscos que carrega.
Descobrir meu tipo →FII de Tijolo
Investe diretamente em imóveis físicos como shoppings, galpões logísticos, lajes corporativas, agências bancárias e imóveis residenciais. A receita vem dos aluguéis pagos pelos inquilinos.
Queda de juros (Selic baixa) e crescimento econômico — os imóveis se valorizam e a vacância cai.
Juros altos e recessão — aumenta a vacância e o custo de oportunidade em relação à renda fixa.
Vacância (imóvel sem inquilino) e desvalorização do imóvel.
FII de Papel
Investe em títulos de crédito imobiliário como CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e LCI. A receita vem dos juros pagos por esses títulos — geralmente indexados ao CDI ou ao IPCA.
Juros altos (Selic elevada) e inflação acima da meta — os títulos CDI+ e IPCA+ rendem mais.
Queda abrupta de juros e deflação.
Risco de crédito dos devedores (calote nos CRIs) e pré-pagamento dos títulos.
FII Híbrido
Combina investimentos em imóveis físicos (tijolo) e títulos de crédito imobiliário (papel) na mesma carteira. O gestor ajusta a proporção conforme o cenário econômico.
Qualquer cenário — a diversificação permite ajustar a carteira.
Cenários extremos em ambas as frentes ao mesmo tempo (raro).
Complexidade de gestão e dupla exposição em cenários adversos.
FII de Fundos (FoF)
Investe em cotas de outros FIIs — funciona como um 'fundo dos fundos'. Oferece diversificação automática, pois com uma única cota você tem exposição a dezenas de FIIs diferentes.
Qualquer cenário — a diversificação entre tipos de FII protege em vários ambientes.
Queda generalizada do mercado de FIIs.
Taxa dupla de administração (FoF paga taxa + os FIIs investidos também pagam). Retorno líquido pode ser menor.
Não sabe qual tipo é o seu?
Responda 5 perguntas e descubra qual categoria de FII combina com seus objetivos e tolerância a risco.
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